História

A nossa História

Vim voar em Brazópolis. A decolagem, na época, era no chalé da família Faria. Nos primeiros vôos, notei que o morro à frente da decolagem seria o lugar ideal para a rampa, pois era onde eu mais subia e o local preferido pelos urubus.

A Prefeitura abriu a picada para a nova rampa, mas não tinha acesso para carros, tínhamos que subir com o equipamento nas costas.

Em 1992, comprei o terreno do morro da nova rampa. Em 1994, o então prefeito Josias Gomes fez a estrada de acesso até o topo. Surgindo a necessidade de um nome para o morro, foi escolhido por mim o apelido carinhoso de minha avó Maria José Carvalho Noronha, que sempre me incentivou em tudo, mas infelizmente não me viu voar por ter falecido, nascia ai o “Mirante Vó Cotinha”. Nos anos seguintes, iniciou-se o movimento de novos pilotos na rampa, e consequentemente a idéia de se realizarem competições, explorando o potencial do local. De 98 a 2000, o então Prefeito Paulo de Tarso apoiou a realização de Campeonato de Asa Delta em nível estadual, melhorando o acesso, construindo novas rampas e aumentando a área de montagem de asas.

Em 2009 começamos um novo projeto, queríamos realizar uma competição que leva-se alegria e descontração para os pilotos sem a competitividade de um campeonato, e que todos tinham a chance de ganhar, desde o mais novo até o mais experiente piloto, surgiu ai o Encontro de Pilotos de Asa e Parapente, que desde então só vem crescendo e hoje é um grande sucesso.

 

Dedicatória

Dedicamos este site a todas as pessoas que já perceberam a importância do respeito à natureza em todas as suas manifestações. Que têm na terra e no seu trabalho, os instrumentos de transformação da qualidade de vida do planeta. Que praticam esportes sem perder a noção de que somos apenas instrumentos, curtindo a vida, mas cientes de que tudo pertence a Deus.

Agradecimentos a Deus, aos meus pais Eugênio e Lezir, meu irmão Luiz Fernando, a minha avó Vó Cotinha, ao meu tio Padre Quinzinho, Tio Silvio Noronha e a todos por terem me ajudado nos momentos difíceis.

Eugênio (Penuja) e Aldo Fróes Noronha.